Oboé
Lurdes Carneiro
Maestro
Luís Carvalho

Estudou clarinete e composição no Porto (com António
Saiote e Fernando Lapa, respetivamente), onde lhe foi
atribuído o «Prémio para o melhor aluno do curso»
(1994), e direção de orquestra em Milão, S.Petersburgo e
Madrid, com Jorma Panula e Jesus López-Cóbos.

Especializou-se em direção de música contemporânea
com Arturo Tamayo (igualmente em Madrid), e frequentou
workshops e palestras com compositores de renome como Luis de Pablo (Espanha)
e Magnus Lindberg (Finlândia). Galardoado em diversos concursos, destacam-se o
«Prémio para o melhor aluno do curso» (ESMAE/1994), o «Concurso de
Interpretação do Estoril» (2001), o «4º Concurso Internacional de Composição da
Póvoa de Varzim», pela sua obra orquestral Metamorphoses… hommage à M. C.
Escher (2009), e o «1º Prémio de Composição Francisco Martins» da Orquestra
Clássica do Centro (Coimbra – 2017) por Mosaico, também para orquestra. Foi
ainda vencedor da «Audição para Jovens Maestros» organizada pela Orquestra
Metropolitana de Lisboa (2010), nomeado para o Prémio Autores da Sociedade
Portuguesa de Autores (2012) por outra obra orquestral, Nise Lacrimosa, e em 2013
distinguido pelo jornal nortenho «Audiência» com o Troféu Prestígio, pela sua
carreira dedicada à música. É doutorado em Música pela Universidade de Aveiro.

Dirige as mais importantes orquestras nacionais, como a Sinfónica Portuguesa
(Lisboa), a Nacional do Porto, a Metropolitana de Lisboa, a Orquestra do Algarve, a
Filarmonia das Beiras (Aveiro), a Clássica da Madeira, a Orquestra de Câmara
Portuguesa (Lisboa), a Sinfónica da Póvoa de Varzim, a Sinfónica da Universidade
de Aveiro, a Sinfónica da ESART (Castelo Branco), a Sinfónica do Conservatório de
Música do Porto, a Sinfónica da EPMVC (Viana do Castelo), a Orquestra Clássica de
Espinho ou a Orquestra de Sopros da ESML (Lisboa) e a Banda Sinfónica
Portuguesa. No estrangeiro apresenta-se com agrupamentos diversos em Rússia,
Itália, Hungria, Espanha e Finlândia. É fundador e diretor artístico/musical da
Camerata Nov’Arte (Porto), com a qual tem desenvolvido projetos artísticos
inovadores, incluindo uma muito bem-sucedida digressão ao Brasil (2013), e
cruzamentos disciplinares com a área do teatro.
Colabora com solistas de renome como Pedro Burmester e João Bettencourt da
Câmara (piano), José Pereira e Tamila Kharambura (violino), Jutta Puchhammer-
Sédillot, Alexandre Delgado e Pedro Meireles (viola), Marco Pereira (violoncelo),
Radovan Vlatkovic e Paulo Guerreiro (trompa), Alain Damiens, Justo Sanz, Josep
Fuster e Arno Piters (clarinete), Pedro Carneiro (percussão), Henrique Portovedo
(saxofone), Rui Lopes (fagote), e os cantores Elsa Saque, Carlos Guilherme, Mário
Alves, Raquel Camarinha, Dora Rodrigues, Sara Braga Simões, Maria Luís Freitas,
Cristiana Oliveira e Ana Paula Russo, entre outros.

O repertório que aborda é vasto e ecléctico, estendendo-se do barroco à atualidade,
e inclui várias primeiras audições absolutas. No campo da música de cena a sua
experiência inclui a estreia da ópera-oratória Auto da Fundação de Coimbra
(Coimbra-2004), da autoria de Manuel de Faria, uma obra escrita em 1963 mas que
permaneceu desconhecida por mais de quatro décadas, e ainda apresentações com
La voix humaine (Poulenc), Il secreto de Susanna (Wolf-Ferrari), Pierrot Lunaire
(Schoenberg) e o conto musical encenado Como se faz cor-de-laranja, de Pedro
Faria Gomes.

Igualmente reconhecido como compositor, obras suas têm sido apresentadas em
Portugal, Espanha, França, Alemanha, Holanda, Venezuela e Brasil, por intérpretes
e agrupamentos nacionais e estrangeiros. O seu catálogo, maioritariamente editado
pela AvA-editions (Portugal) e Molenaar (Holanda), inclui obras para orquestra,
banda, música de câmara, solos e diversos arranjos, orquestrações e revisões.
Recebeu encomendas do Cistermúsica-Festival de Música de Alcobaça, Banda
Sinfónica Portuguesa, Clarinetíssimo Ensemble, Trompas Lusas, Sérgio Carolino,
Abel Pereira e Victor Pereira. No âmbito da sua investigação para doutoramento
concebeu uma «reinvenção dos esboços para grande ensemble», baseada nos
rascunhos deixados por Gustav Mahler para a derradeira e inacabada Sinfonia nº10,
em fá# maior. Esta nova versão foi estreada pelo próprio dirigindo a Camerata Nov’
Arte (Junho/2014).

Luís Carvalho aparece em cerca de uma vintena de CD’s, quer como clarinetista,
maestro ou compositor, e em etiquetas como NUMÉRICA, CASA DA MÚSICA,
AFINAUDIO, PUBLIC ART e MOLENAAR.

É docente da Universidade de Aveiro.       
Banda Musical de Amarante
Rua de Freitas
Edf. do Salto - 2ª Cave - Loja 24
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